Ceara: 144.979 casos confirmados 7.142 mortes 117.563 pessoas recuperadas da Covid-19

Ceara: 144.979 casos confirmados 7.142 mortes 117.563 pessoas recuperadas da Covid-19

Saúde

Os casos confirmados de Covid-19 no Ceará já são 144.979, com 7.142, mortes em decorrência da doença. O Estado contabiliza 117.563 pessoas recuperadas da enfermidade. Os dados são da plataforma IntegraSUS, mantida pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), e atualizada às 9h05 desta sexta-feira (17).

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O Estado ultrapassou a marca de 7 mil mortes pelo coronavírus nesta quarta-feira (15). Há ainda 73.944 suspeitos e 588 mortes em investigação. A mortalidade da doença, proporção entre as taxas de casos e mortes, está em 4,9%. Já foram realizados 374.155 testes para identificar o Sars-coV-2.

Fortaleza ainda concentra os maiores índices da infecção, com 38.931 casos confirmados e 3.574 mortes. Em seguida no número de casos estão as cidades de Sobral (8.827), Caucaia (4.687) e Maracanaú (4.605).

Caucaia registra 304 mortes e é a segunda cidade em número de óbitos. Maracanaú confirma 217 estabelecimentos. As duas cidades estão na macrorregião da capital, na fase 2 do plano de reabertura econômica. Outra cidade da Grande Fortaleza que contabiliza altos índices é Maranguape, com 2.957 diagnósticos positivos e 104 mortes.

Em Sobral, principal cidade da Região Norte, 268 pacientes não resistiram à Covid-19. No Cariri, Juazeiro do Norte concentra os maiores números: 4.533 casos confirmados e 167 mortes. Juazeiro, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Iguatu estão em lockdown, para evitar o aumento da contaminação.

O número de casos confirmados também chama atenção nos município de Quixadá (2.384), Acaraú (2.070), Camocim (2.020), Crato (1.929) e Tianguá (1.917).

Veja outras informações da plataforma:

  • A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 71,71%;
  • A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 38,72%;
  • A letalidade da doença no Estado é de 4,9%

Os números apresentados pela Sesa são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente. Fonte: G1 CE.

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